Frotas, Destaques
Por Redação

Sua frota está gastando demais? Revise esses pontos agora

Administrar uma frota ficou mais caro no Brasil. Esperar o fim do ano para revisar os custos da frota pode comprometer o planejamento financeiro da empresa.

Sua frota está gastando demais? Revise esses pontos agora

Administrar uma frota ficou mais caro no Brasil. Segundo a Associação Nacional do Transporte de Cargas e Logística (NTC&Logística), o diesel representa, em média, 35% dos custos operacionais do transporte rodoviário, enquanto o preço do diesel S10 acumulou alta de 5,87% em 12 meses, pressionando o custo por quilômetro rodado. 


Por isso, o segundo semestre é o momento ideal para revisar a gestão da frota. Embora combustível, seguro e manutenção sejam custos evidentes, despesas como depreciação, burocracia, veículos parados e capital imobilizado costumam passar despercebidas e comprometer a rentabilidade. 


Mais do que reduzir gastos, a revisão estratégica permite identificar desperdícios, aumentar a eficiência operacional e responder à principal pergunta: quanto realmente custa manter uma frota própria?

Custo da frota vai além do combustível

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Ao analisar os gastos da operação, é comum que o gestor concentre sua atenção em despesas visíveis, como abastecimento, parcelas do financiamento, seguro ou revisões. Embora relevantes, esses valores representam apenas parte da conta.

Na gestão financeira existe um indicador chamado TCO (Total Cost of Ownership), ou Custo Total de Propriedade. O conceito considera tudo o que a empresa desembolsa durante o ciclo de vida do veículo, e é justamente essa visão ampla que revela onde estão os maiores desperdícios.

Além da compra do automóvel, entram nessa conta:

  1. Depreciação do veículo;
  2. IPVA e licenciamento;
  3. Seguros;
  4. Manutenção preventiva e corretiva;
  5. Pneus;
  6. Documentação;
  7. Custos administrativos;
  8. Tempo de veículo parado;
  9. Perda de produtividade da equipe;
  10. Custo do capital investido.

Na rotina, isso representa que um carro aparentemente barato pode se transformar em um ativo extremamente caro ao longo dos anos. Quando esses custos deixam de ser monitorados, a empresa cria a falsa sensação de economia, enquanto o orçamento é consumido por despesas invisíveis.

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Segundo semestre é momento para revisar a frota
homem olhando câmera 360 instalada no retrovisor do carro

Esperar o fim do ano para revisar os custos da frota pode comprometer o planejamento financeiro da empresa. Por isso, o segundo semestre é o momento ideal para identificar desperdícios, corrigir falhas e aumentar a eficiência da operação. Para começar, alguns indicadores merecem atenção especial.

1. Auditoria de abastecimento

O combustível continua sendo um dos maiores custos da maioria das empresas que possuem frota própria. Pequenas diferenças de consumo entre veículos semelhantes podem indicar falhas mecânicas, desvios de abastecimento ou hábitos inadequados de condução.

Vale revisar:

  1. consumo médio por quilômetro;
  2. diferenças de desempenho entre veículos da mesma categoria;
  3. limites e utilização dos cartões de combustível;
  4. abastecimentos fora do padrão;
  5. postos credenciados;
  6. viabilidade da adoção de modelos híbridos ou eletrificados.

Pequenas variações, quando multiplicadas por dezenas de veículos e milhares de quilômetros percorridos ao longo do ano, podem representar uma diferença significativa no orçamento.

2. Manutenção preventiva

Tratar a manutenção preventiva como investimento, e não como gasto, ajuda a reduzir os custos da frota. Segundo o Sindipeças, a idade média da frota brasileira já chega a 11 anos, o que aumenta a necessidade de reparos e o tempo de veículos parados.

Além disso, pneus desalinhados ou com calibragem inadequada podem elevar o consumo de combustível em até 4%, além de acelerar o desgaste de componentes e aumentar as despesas com manutenção.

Do mesmo modo, realizar a troca preventiva de óleo, filtros e itens de desgaste reduz o risco de falhas inesperadas. Com isso, os veículos permanecem disponíveis por mais tempo, evitando que pequenos reparos evoluam para manutenções mais complexas e caras.

3. Telemetria e roteirização inteligente

A tecnologia tornou a gestão de frotas muito mais precisa. Hoje, sistemas de telemetria permitem identificar comportamentos que aumentam os custos diariamente, muitas vezes sem que a empresa perceba. Entre eles:

  1. Acelerações bruscas;
  2. Frenagens excessivas;
  3. Excesso de velocidade;
  4. Motor funcionando em marcha lenta;
  5. Desvios de rota;
  6. Quilometragem desnecessária.

Além de aumentar o consumo de combustível, esses hábitos aceleram o desgaste dos veículos e elevam os custos de manutenção. Já a roteirização inteligente reduz trajetos improdutivos, evita congestionamentos e melhora o aproveitamento da frota, resultando em mais produtividade e menor custo operacional.

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Quando a frota passa a pesar no caixa?

Homem preocupado dentro do carro

Nem sempre os maiores desperdícios estão na oficina. Boa parte dos custos surge da burocracia necessária para manter a frota funcionando.

Apólices de seguro vencendo sem renegociação, multas recorrentes, atrasos no licenciamento, documentação irregular e veículos parados por longos períodos representam despesas que poderiam ser evitadas com uma gestão mais eficiente.

Uma revisão estratégica da frota deve incluir:

  1. Contratos de seguro;
  2. Histórico de sinistros;
  3. Multas por condutor;
  4. Programas de direção defensiva;
  5. Calendário de licenciamento;
  6. Conformidade documental;
  7. Tempo médio de indisponibilidade dos veículos.

Existe ainda um custo que muitas empresas ignoram: o tempo. Sempre que um veículo fica parado por manutenção, sinistro ou burocracia, a operação perde produtividade. Isso pode causar atrasos nas entregas, cancelamento de visitas e até perda de faturamento.

Faz sentido ter uma frota terceirizada?

Depois de revisar combustível, manutenção, produtividade e burocracia, vale fazer uma pergunta: o modelo atual de gestão da frota ainda faz sentido para a empresa? Com os custos crescentes, manter veículos próprios nem sempre é a alternativa mais econômica. Além da desvalorização do patrimônio, a empresa assume despesas como:

  1. Depreciação contínua do veículo;
  2. IPVA e licenciamento anual;
  3. Seguro automotivo;
  4. Manutenções preventivas e corretivas;
  5. Troca de pneus e peças de desgaste;
  6. Documentação e taxas obrigatórias;
  7. Impostos e encargos;
  8. Capital imobilizado em um ativo que perde valor ao longo do tempo.

Mais do que uma decisão operacional, manter uma frota própria tornou-se uma decisão financeira estratégica.

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Carros por assinatura tornam custos mais previsíveis

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Nos últimos anos, a assinatura de veículos deixou de ser uma alternativa restrita a executivos e passou a integrar a estratégia financeira de empresas que buscam reduzir custos e simplificar a gestão da mobilidade.

A principal mudança está na previsibilidade. Enquanto a frota própria exige lidar com despesas variáveis ao longo do ano, na assinatura praticamente todos os custos relacionados ao veículo passam a estar concentrados em uma única mensalidade.

No godrive, por exemplo, já estão incluídos:

  1. IPVA;
  2. Licenciamento;
  3. Seguro veicular;
  4. Manutenção preventiva;
  5. Revisões programadas;
  6. Assistência 24 horas;
  7. Condutor adicional;
  8. Reboque e carro reserva.

Isso significa menos oscilações no orçamento e mais facilidade para planejar o fluxo de caixa da empresa. Em vez de conviver com despesas inesperadas, o gestor passa a trabalhar com um custo fixo e previsível, reduzindo riscos financeiros e administrativos.

Além disso, para empresas no regime de Lucro Real, a assinatura de veículos pode oferecer vantagens fiscais. Enquanto a compra integra o Ativo Imobilizado (Capex), a assinatura é contabilizada como Despesa Operacional (Opex), podendo gerar benefícios tributários, conforme a estrutura da empresa e orientação contábil. Esse é mais um fator que reforça a atratividade financeira dos carros por assinatura para empresas.

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Você conhece o custo real da sua frota?

mesa com calculadora, chave de carro e um carro de brinquedo

Em vez de tomar decisões baseadas em estimativas, compare os números da sua própria empresa. Faça uma simulação na calculadora godrive e descubra quanto sua frota realmente custa. 

A ferramenta foi criada justamente para isso. Ela permite comparar o custo de manter um veículo próprio com o valor de uma assinatura, considerando despesas que muitas vezes passam despercebidas na rotina.

Mais do que uma solução de mobilidade inteligente para a área comercial, ela ajuda no diagnóstico financeiro. O resultado costuma surpreender gestores de veículos. 

Faça uma simulação na Calculadora de Carros por Assinatura e descubra quanto sua empresa pode economizar ao substituir a frota própria por veículos modernos, conectados e com custos previsíveis. 


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Decisão que pode transformar os custos da sua frota 

Revisar a frota é mais do que reduzir custos: é transformar a mobilidade em uma vantagem competitiva. Ao substituir despesas imprevisíveis por uma gestão mais eficiente, empresas ganham previsibilidade financeira, liberam capital para investir no negócio e reduzem a carga administrativa. 

Com o godrive, sua empresa conta com veículos novos, gestão simplificada e uma solução completa de mobilidade corporativa. Converse com um consultor para descobrir a alternativa mais vantajosa para a sua operação. 


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Perguntas frequentes sobre gestão de frotas

Como reduzir os custos de uma frota de veículos de passeio?

Acompanhe indicadores como consumo de combustível, manutenção, custo por quilômetro e disponibilidade dos veículos. Também vale investir em manutenção preventiva, treinamento de motoristas e tecnologias que aumentem a eficiência da operação.

Quando vale a pena renovar a frota da empresa?

A renovação deve ser avaliada quando os custos de manutenção, o tempo de veículos parados e a desvalorização começam a comprometer a produtividade e o orçamento. Comparar o custo total de propriedade (TCO) ajuda na decisão.

Quais indicadores são mais importantes na gestão de frotas?

Os principais são consumo de combustível, custo por quilômetro, despesas com manutenção, disponibilidade dos veículos, tempo de parada e produtividade da frota. Esses indicadores ajudam a identificar desperdícios e oportunidades de economia.

Como funciona o serviço de carros por assinatura do godrive?

No godrive, a empresa paga uma mensalidade fixa que inclui veículo, IPVA, licenciamento, seguro, manutenção preventiva e assistência 24 horas. Assim, a gestão da frota fica mais simples, os custos tornam-se previsíveis e a empresa pode focar no crescimento do negócio.

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