Dicas
Por Redação

Conheça os riscos de fazer chupeta no carro

A chupeta é o jeito mais barato para recuperar o funcionamento da bateria descarregada. Porém, é também um dos mais arriscados.

Conheça os riscos de fazer chupeta no carro
Quem tem carro com mais de 5 anos de uso sabe bem o que é ver a vida útil da bateria acabar e a internet está repleta de tutoriais ensinando a fazer transferência de carga de bateria, a famosa “chupeta”. Realizar a recarga por conta própria, sem a assistência de um mecânico competente, é uma atividade desafiadora e arriscada.
Mãos de um mecânico seguram os cabos de fazer chupeta na bateria do veículo
A “chupeta” é o jeito mais barato e também o mais arriscado para reativar bateria descarregada (Foto: Pixabay/Ilustração)
O que é a “chupeta no carro”? O nome surgiu devido a conexão de cabos entre os veículos, que permite a bateria ruim “chupar” a carga de uma bateria boa. 
É importante ressaltar que a transferência de cargas entre baterias só deve ser realizada por um mecânico competente. Apenas em caso de emergência e com cabo de espessura correta (que normalmente tem 10mm). Vale ressaltar que é preciso considerar os riscos de dano para os carros envolvidos no processo.

Riscos de fazer chupeta na bateria

A transferência de carga entre veículos é considerado o jeito mais barato para recuperar o funcionamento da bateria descarregada. Por esse motivo, alguns motoristas chegam a carregar no porta-malas um aparelho para realizar chupetas. Há também quem opte por comprar um equipamento auxiliar de bateria, a “chupeta portátil”. 
Como diz o ditado: “o barato pode sair caro”. E quando se trata de segurança veicular é primordial garantir a proteção do motorista, dos passageiros e da equipe de assistência.
Se você for um leigo em mecânica e precisar fazer chupeta no carro como solução urgente, não faça isso sozinho. A tarefa não é simples como parece em tutoriais. O procedimento pode causar um incêndio no veículo, colocar em risco o patrimônio e a vida de quem estiver perto.
Homem branco jovem chora no chão ao lado de um carro que pegou fogo
Fazer chupeta no carro sem a ajuda de um mecânico especialista pode provocar incêndio no veículo. (Foto: Viewapart/Freepik – Ilustração)
Imagine a situação: a bateria do carro está descarregada, você dá partida e nenhuma luz acende, daí surge a ideia de fazer uma chupeta no veículo de um colega. O cabo de alimentação é ligado diretamente na bateria isolada, sem um acumulador, e… Boom! Pico de tensão.
Picos de tensão podem queimar o módulo de injeção e outros componentes eletrônicos do carro, como a trilha do painel e o aparelho de som. Outro risco considerável é o de iniciar um incêndio por sobrecarga ao improvisar ligação de bateria de forma errada.
Resumindo, os motoristas devem buscar alternativas menos arriscadas se estiverem sem o apoio de um mecânico experiente.

Motivos que fazem a bateria do carro arriar

A falta de manutenção preventiva do alternador, equipamento responsável por carregar o acumulador automotivo de energia, está entre os principais motivos que fazem a bateria do carro arriar.
Há outras razões para a diminuição da vida da bateria automotiva. Uma delas é sair do carro deixando itens eletrônicos ligados, como o rádio, lanterna e luz do salão. Manter a chave virada na ignição sem ligar o carro, também. Junte a isso a falta de manutenção preventiva e a própria bateria estar velha.
Homem de pé ao lado de carro quebrado fala ao celular com assistencia 24h_Foto de GPoint Studio no Freepik
Sair do carro deixando itens eletrônicos ligados ajudam a descarregar a bateria
(Foto: GPoint Studio/Freepick – Ilustração)
É importante ter atenção com a corrente de stand by, que consome energia da bateria mesmo com o carro parado. Isso acontece para alimentar componentes que nunca desligam, como a central de injeção eletrônica, o alarme e a parte frontal do rádio.
Como consequência, com o passar dos anos, o desgaste do veículo começa a influenciar no custo para mantê-lo em conformidade com as exigências da vistoria veicular do Detran. Isso acaba por fazer com que alguns motoristas lançam mão de improvisos mecânicos para fazer o carro “pegar no tranco”, literalmente.

Vantagem do carro por assinatura

Jovem empresário admira carro de luxo da marca Lexus estacionado em uma garagem
Lexus, carro por assinatura com modelo de tirar o fôlego (Foto: Lexus/Divulgação)
Carros novos não necessitam de improvisos para funcionar. Eles também não costumam apresentar problemas mecânicos regulares, se o motorista for atencioso. Se o sonho de comprar um carro não está fácil na sua vida, a solução pode ser usufruir de um carro zero km por assinatura. 
Essa modalidade de uso tem a vantagem de livrar o usuário de diversas preocupações. O assinante não precisa se preocupar com o valor de entrada, nem com o pagamento de seguro e IPVA.
De modo geral, assinatura oferecem a tranquilidade da assistência 24h. A manutenção periódica está inclusa no valor da mensalidade e também há a possibilidade de personalizar o veículo zero km do seu jeito. Um exemplo disso são os carros por assinatura godrive, que trabalham com veículos Toyota, Jeep, Lexus e BYD.
Um excelente negócio para quem está rodando com carro que só dá problema. Como está a saúde da bateria do seu carro?
***
Que tal entender o que é Vistoria Veicular? Veja o você precisa fazer para seu carro ser aprovado na avaliação obrigatória do Detran. Go!